Tecnologia Assistiva

Autonomia para ser quem você é.

Usar talheres para comer, sentar-se em uma cadeira, escovar os dentes, segurar o celular, digitar no computador… para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, essas tarefas podem ser um desafio. Repensando o nosso papel enquanto indústria e buscando atender reais necessidades, desde 2013, cocriamos recursos que podem ajudar na autonomia e independência das pessoas.

Os Facilitadores de Atividades de Vida Diária (Facilitadores de AVDs) são dispositivos que ajudam na realização de atividades rotineiras. Eles fazem parte da Tecnologia Assistiva, uma área interdisciplinar que engloba recursos, serviços e estratégias que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais das pessoas e promover a real inclusão.

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Podcast Papo Mercur

Conheça alguns dos nossos recursos de Tecnologia Assistiva

Nosso jeito de fazer com as pessoas e não para as pessoas.

Nosso jeito de fazer com as pessoas e não para as pessoas.

Todos esses recursos não foram desenvolvidos apenas pela Mercur. Eles são resultados de muitas oficinas de cocriação e legitimação, onde os protagonistas são as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, suas famílias, profissionais da saúde, da educação, do design, enfim… muita gente! Nós entendemos que apenas assim, conseguimos fazer produtos que realmente façam sentido, que sejam acessíveis e funcionem.

Diversidade na Rua

Tudo começou em 2011, com o projeto Diversidade na Rua, no qual repensamos a nossa forma de criar produtos e estar com as pessoas. A partir de oficinas com a comunidade, profissionais de saúde, familiares e pessoas com deficiência, cocriou recursos de Tecnologia Assistiva que promovem, facilitam ou resgatam a possibilidade de realizar atividades de vida diária como se alimentar, escrever, segurar objetos, escovar os dentes e até se maquiar.

Segundo Cristina Fank, terapeuta ocupacional que trabalha aqui na Mercur, desenvolver produtos com as pessoas e não para as pessoas, é o que fez sentido nessa caminhada, tanto que em 2018 o Diversidade na Rua deixou de ser um projeto e se tornou uma prática organizacional cotidiana, onde incorporamos os aprendizados e aplicamos este jeito de fazer em todos os nossos processos.

Diversidade na Rua

“Consideramos as pessoas como o centro de tudo, como sujeitos que têm necessidades, desejos, ideias e muito a contribuir na criação de recursos que sejam realmente funcionais e facilitem o dia a dia”, Cristina Fank relata.

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