Quando e como usar um colete ortopédico
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Entenda em quais casos usar e os benefícios no processo de recuperação
Neste texto você vai encontrar
- Em quais casos usar um colete ortopédico
- Diferenças entre os coletes ortopédicos da Mercur
- Como usar um colete ortopédico
Ao passar por uma intervenção cirúrgica não emergencial, é preciso realizar uma preparação prévia que envolve, na maioria das vezes, cuidados com a alimentação e ingestão de líquidos.
Após a cirurgia, essa necessidade também existe, pois determinados cuidados são essenciais para a recuperação, e os procedimentos podem variar de acordo com a complexidade da cirurgia.
No caso de intervenções na região da lombar ou sacral (parte inferior da coluna vertebral e cóccix, respectivamente) é comum que profissionais da saúde indiquem ao paciente o uso de um colete ortopédico.
A orientação é voltada para a melhor estabilização do local, o que interfere positivamente na evolução pós-cirúrgica.
Em quais casos posso usar um colete ortopédico?
- Hérnia de disco;
- Tratamento cirúrgico;
- Tratamento conservador (sem a necessidade de cirurgia, como fisioterapia e RPG);
- Traumatismo;
- Fraturas estáveis ou osteoporóticas;
- Artrose;
- Espondilólise e espondilolistese;
- Instabilidade do tronco no lesado medular ou outras alterações neurológicas;
- Pós-operatórios;
- Outras alterações na região que necessitem de repouso e/ou estabilização.
Quais as diferenças dentre os coletes ortopédicos da Mercur?
O colete deve ser confortável e oferecer mais qualidade de vida para o paciente, por isso, a Mercur conta com quatro modelos em tamanhos que vão do PP ao XG, e em versões que se adaptam melhor ao corpo e a situação da pessoa usuária: Colete Putti Mercur: Reto (Alto e Baixo) e Colete Putti Modelado (Alto e Baixo).
O Colete Putti Mercur na versão alta é recomendado para englobar a região dorso-lombossacral, enquanto o colete na versão baixa adere à área lombossacral.
Já a diferença entre o modelo reto e o modelado é que o modelado permite menos restrição do quadril e o reto restringe um pouco mais.
A escolha do modelo ideal deve ser feita pelo profissional de saúde, que irá entender qual é a necessidade da pessoa usuária.
O seu formato é anatômico, o que lembra uma cinta ou faixa ortopédica e permite que seja moldado de acordo com a anatomia de cada corpo, característica que o torna ideal para tratamento de fraturas, contraturas, lesões e outras alterações na região, como explica a fisioterapeuta Caroline Wagner:
“O colete é recomendado em casos de tratamento cirúrgico e conservador de hérnia de disco, traumatismos, fraturas estáveis, artrose, espondilólise e espondilolistese, instabilidade do tronco em lesado medular ou outras alterações neurológicas, pós-operatórios ou outras afecções na região que necessitem repouso e estabilização.”
Como usar um colete ortopédico?
A utilização de um colete ortopédico é simples, porém, demanda alguns passos:
- Colocar o colete ao redor das costas, na parte inferior do tronco – a coluna deve ficar centralizada entre as talas posteriores;
- Ajustar o fecho aderente na parte da frente do corpo, adequando a pressão conforme desejado. A etiqueta com a marca Mercur deve ficar na parte frontal do produto, posicionada para cima;
- Ajustar os reforços laterais para proporcionar maior compressão, caso necessário;
- As talas podem ser moldadas por uma pessoa profissional de saúde para melhor adequação à anatomia e ou às necessidades de uso. Se necessário ajustá-las, faça antes de vestir o colete. Para maior conforto, o produto pode ser usado sobre uma camiseta, porém, evite o uso de roupas volumosas.
A recomendação do uso do Colete Putti deve ser orientada por uma pessoa profissional de saúde especializada.
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