Para ela, participar das oficinas possibilitou que as pessoas pudessem experimentar materiais variados, que nunca haviam usado antes, como lápis de cor mais grossos, tubos de cola maiores e anatômicos, tesouras, colheres e demais tecnologias assistivas para facilitar a vida diária de quem tem deficiência ou mobilidade reduzida.

“Esse tipo de iniciativa é fundamental, pois busca atender às reais necessidades das pessoas; busca conhecer como a pessoa se sente usando este ou aquele material e se eles realmente cumprem suas funções. É em espaços de cocriação que as adaptações podem ser feitas e, para isso, os relatos referentes à experimentação, à utilização na sala de recursos, às dificuldades encontradas e os anseios do usuário são muito importantes”, analisa Mônica.

Segundo Mônica, toda a experiência foi muito rica. Desde os encontros com os professores, as oficinas, visitas às universidades, distribuição das caixas com os materiais para serem utilizados, palestras, encontros.

Ela guarda para a vida ter experienciado a cocriação e promovido a inclusão.

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